Paradoxo.

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«(...) É por isso que eu não fico satisfeito em sentir o que eu sinto se o que eu sinto fica só no meu peito.»
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

ph neutro

"O que pretendes?" -perguntou ele apavorado.
-Pretendo ser muito mais do que isto. Ser mais do que aquilo. Ser mais, ser. Ser! No fundo, ser mais aos teus olhos. Ser mais para ti, ser mais para mim. Não ser os pensamentos que me assolam, não ser esta nuvem cinzenta que em mim paira. Ser a luz, ser o dia. Deixar de ser a noite e o tormento que ela transmite. Ser o brilho, o mar e a calma que trás o rio. Ser! Quero ser!
"Onde queres que eu esteja no meio disso tudo?"
-Quero que sejas comigo! Quero-te comigo e se partires promete-me que voltas. -responde ela hesitante.

domingo, 13 de abril de 2014

Tento descobrir o que me atraiu nele há anos atrás e onde foi que nos perdemos um do outro. Sempre que tentava conversar a sério com ele, dizia-me que a vida era simples. É. É simples.

Embora simples não signifique perceber-te, entender-te e conseguir acompanhar atitudes inexplicáveis. 
Simples é a forma como dás mil voltas a minha cabeça. Como fico sem reacção. 
Quando tu entras na minha vida eu saio para puder ser somente uma mera observadora da mesma, sem me aperceber disso. Depois vou voltando... com calma e sem noção. Na verdade simples é como me fazes sentir para depois me deixar à nora. 
Impossível é controlar o meu pensamento! Obrigada por voltares à minha vida.

terça-feira, 6 de março de 2012

(Canso-me de ver tanta coisa má que já nem acredito que ainda exista o famoso "lado bom") Quatro pontos a corrigir:
  • Ver menos
  • Ouvir menos
  • Pensar menos
  • Comunicar menos...
Talvez ainda exista esperança!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nunca fui a pessoa certa para acreditar nas palavras vãs que saíem pelas bocas alheias, nunca fui pessoa de perdoar mentiras ou faltas de respeito. Já fui pessoa de dar valor aos que me rodeiam mas, com o tempo, (infelizmente) isso desapareceu. Já fui uma pessoa amorosa e inocente que defendeu até não poder mais os outros quando os motivos eram quase nulos. Já fui uma pessoa com um grande poder de argumentação. Até hoje já fui muita coisa mas hoje sou bastante pouca. Não acredito em todas as pessoas, não dou a confiança a qualquer individuo que se aproxime. Faço com que tudo me seja indiferente porque, qualquer que eventualidade que exista, não magoa. Gozo com as pessoas e situações porque, de certa forma, me dá um gozo interior gigantesco. Já senti as que, para mim, são as 3 maiores dores que podem existir. Saudade, o vazio e a perda, no entanto, estou aqui. Independentemente das cicratizes que possa ter deixado.
Contudo, hoje sinto-me nua ao falar de mim. Olho-me e não me vejo...
O pior de tudo isto não foi teres-me matado, foi teres-me levado contigo.
Tu, de novo, tu que não tens culpa alguma do que possa ter acontecido; é um facto que és sub-carregado pelas minhas duvidas e inseguranças.
Vês? E se o pensamento e a consciencia não fossem tão engraçados?